quarta-feira, 28 de maio de 2014

Excelente apto px ao Shoping Patio Higienopolis VENDO

Apartamento totalmente reformado, piso de porcelanato, face norte, face Norte e muito bem ventilado em todos os ambientes, living para 02 ambientes, dormitórios com armários, banheiro social, cozinha ampla e área de serviço. São 2 dormitórios sendo 1 suite e 1 vaga de garagem  85 m² úteis
Edifício conservado.

Uma região tranquila, perfeita para toda a família e muito bem servida por uma completa infraestrutura de comercio e serviços.
R$ 880.000,00 
tratar com Samuel - 981758707







sexta-feira, 16 de maio de 2014

Bolha imobiliária ... sim ou não ?!

Ola ! como vai !
Escuto todos os dias que os preços dos imóveis no Brasil estão caros, que deveriam abaixar, concordo, realmente houve um forte aumento nos últimos 10 anos, mas temos que verificar que o número de construções também foi enorme e a oferta de crédito imobiliário também cresceu e os juros diminuíram, tanto que há uma década o movimento deste crédito representava menos de 1% do PIB e hoje é de 8% do PIB, sendo que o PIB também aumentou  de R$ 1,556 trilhões em 2003 para R$ 4,840 trilhões em 2013, assim dá para notar que a participação do mercado imobiliário na vida do brasileiro hoje é algo muito significativo, na ordem de R$ 450 bilhôes de reais entre operações a vista e financiadas, para aqueles que viveram os tempos do BNH sabem como era difícil obter um crédito imobiliário, entrar numa fila e esperar anos e quando assinávamos o contrato, começava um martírio, pois o saldo devedor nunca acabava, tanto que milhões entraram na justiça para ter o direito da propriedade de seus imóveis contra os bancos, não digo que hoje seja fácil, pois a quantidade de documentos que os bancos pedem, e prazo para análise e o critério ainda e muito burocrático, os juros são altos, na maioria da operações os bancos concedem  70% de crédito e o prazo máximo de 30 anos, mesmo assim na cidade de São Paulo temos o menor estoque de imóveis comparadas as outras cidades, e isso é fácil de verificar, pois quem já saiu a procura de um imóvel, percebeu que existem muitos imóveis à venda ou para locação, mas poucos estão em condição física, documentação, impostos em dia, assim quando pensamos ter encontrado o imóvel certo, nos deparamos com diversos problemas que inviabilizam a negociação.
Assim, mesmo com todas estas dificuldades, os preços dos imóveis na cidade de São Paulo, segundo matéria da revista Exame, seguirá subindo, principalmente com a mudança do plano diretor que estará sendo votado na Câmara Municipal, que restringirá a altura de prédios e a possibilidade de construção em certas áreas da cidade, desta forma a partir desta lei o número de lançamentos diminuirá drasticamente, e já que a procura continuará grande, pois a cidade cresce a taxa de 1,5% a.a, entre imigrantes e novos nascimentos, chegam a São Paulo mais de 195.000 pessoas por ano, sendo que no último ano, as construtoras lançaram em média 33.000 unidades, com o novo plano diretor este número deverá cair para a metade, assim o número de terrenos que podem receber novos prédios deverá diminuir também, a redução da compra de material pelas construtoras vai abaixar os descontos que elas tem obtido com a quantidade e aumentará seu custos, desta forma tudo sinaliza para que os preços continuem a subir na cidade de São Paulo e em suas Metrópole.
Assim seja sua intenção comprar seu imóvel para morar ou para investir, fique tranqüilo, pois o imóvel sempre foi e sempre será um patrimônio sólido, e se analisarmos as 10 maiores cidades do mundo, São Paulo é a mais barata, e os novos condomínios são projetados para oferecer conforto, segurança e beleza a seus moradores, todos  oferecem vagas, lazer, alguns tem lavanderia, depósito, SPA, e outros são verdadeiros clubes, preparados para receber sistemas eletrônicos de automação, são projetos arquitetônicos de altíssimos padrão tanto de projeto quanto de execução que estarão atualizados por muitas décadas.
Tenho para te oferecer várias oportunidades de imóveis prontos, em construção ou em lançamento, residenciais, comercias, hotéis, lojas, com venda direta com as construtora e com investidores proprietários, sendo a negociação profissional, e personalizada, para atender a seu objetivos.
Imóveis em todos os principais bairros da zona Oeste de São Paulo, .
Apartamentos de 1, 2, 3, 4 ou mais dormitórios.
Salas comerciais de vários tamanhos.


Seja qual for o imóvel que você procura, iremos encontra-lo para você, seja para morar ou mesmo investir !
Entre com contato conosco
Samuel Garaboski - 55 11 981758707 
www.samucaimoveis.com

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Fantastica Cobertura no City Lapa 420 m² úteis abaixo da avaliação

Av Mercedes 
 - Cobertura Fantastica  - R$ 2.500.000,00  420 m²  úteis 
Cobertura equipada , abaixo da avaliação de mercado, com :
TV SONY 40¨pol / 4 Speakers Hurricane embutidos teto 
/ Bancada 2.30x0.70
 / balcão p/piscina
 / pia / churrasqueira em granito com coifa em Inox e vidro temperado, geladeira duplex,Cozinha Gourmet com bancada em granito negro,  c/ cook top,Fogão de 6 bocas embutido, multi torneira e 2 cubas c/triturador, Salas de estar com lareira 7.40x4.00 / jantar 4.00x3.10
 / em níveis
Mobiliado c/cristaleiras / roda-teto Escadaria em concreto pré-moldado com corrimão em latão / ampla varanda. Lareira e Piso maciço tábuas largas Ipê tabeiradas.Hall elevador social privativo em espelho bisotê / piso granito negro / iluminação por sensor Pisos em tábuas largas de Ipê tabeiradas / batentes em mogno maciço com até 30 cm largura

Amplo hall social 4.50x1.70 c/aparadorSuíte Master com 39 m² com piso em porcelanato acetinado / varanda isolada / isolamento termo-acústico Durafoil 
/ cama king-size / ar condicionado eletrônico L&G 12000 BTUs Amplos armários e portas de correr e grande varanda privativa da suíte, Banho (4.50x1.85) / banheira hidro 12 saídas Ouro Fino com aquecedor próprio / Box independente com monocomando Deca / piso porcelanato e painéis de concreto-madeira de demolição, Excelente piscina 4.40x3.20x1.30 revestida Gail / cascata c/ lamina d’água de 1.20
Box c/ducha 0.40 diâm / quente-fria.420m² área privativa / 650m² área total em bairro residencial Z-1 com vista para City Lapa, região
super arborizada e ruas tranqüilas com acesso fácil às marginais Pinheiros e Tietê
•  re-estilização concluída em dez-2008 – projeto Glaucya Taraskevicius
•  4 suítes / escritório / 3 salas / espaço gourmet / grande piscina com cascata
•  4 vagas grandes paralelas / depósito
•  metais Deca / hidráulica quente e fria em cobre / conjunto gerador.

Pra vender urgente !!!
O 1º que ver compra !!
Samuel - 981758707









sexta-feira, 4 de abril de 2014

Caixa desacelera crédito imobiliário e abre espaço para a concorrência

Ritmo mais lento de expansão reflete, principalmente, a limitação do banco em manter avanço de concessões sem novos aportes do governo federal em 2014; Bradesco e Itaú pretendem manter a expansão de suas carteiras acima de 30% no segmento

04 de abril de 2014 | 2h 09

Aline Bronzati - O Estado de S.Paulo
A Caixa Econômica Federal, conhecida como o banco da habitação, vai desacelerar a oferta de crédito imobiliário este ano, o que abrirá espaço para os grandes bancos ampliarem a presença no segmento.
Essa tirada de pé do acelerador ocorre, conforme apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, desde o ano passado e reflete não só uma preocupação com a qualidade dos ativos, mas, principalmente, a limitação do banco em manter um ritmo elevado de concessões sem novos aportes do governo federal em 2014.
Há uma orientação clara, conforme o presidente do banco, Jorge Hereda, para a instituição não contar com capitalizações neste ano. "Isso limita nossa capacidade de crescimento em função do nosso capital", disse Hereda, em entrevista na semana passada, ao Broadcast.
A expectativa da Caixa para concessões neste ano é de crescimento de 14,2%, bem mais tímido que o avanço de 26,4% alcançado no ano passado, quando as contratações ficaram perto de R$ 35 bilhões. Em termos de volume, a cifra projetada também é menor. São esperados cerca de R$ 20 bilhões, em comparação a mais de R$ 28 bilhões em 2013. Caso alcance este desempenho, a expansão do saldo da carteira, que no ano passado foi de mais de 31%, para R$ 270,4 bilhões, deve ter forte desaceleração, crescendo entre 12% e 15%.
A maior seletividade da Caixa nesse segmento custou à construtora MRV um volume superior de distratos no último trimestre de 2013. Foram mais de 300 contratos desfeitos no período, segundo a empresa. Os distratos ocorreram, de acordo com Rubens Menin Teixeira de Souza, diretor presidente da MRV, por uma mudança de política de crédito por parte dos bancos, especialmente da Caixa. "O banco apertou um pouco mais o crédito e isso desencaixou alguns clientes nossos, aumentando os distratos", explicou o executivo, em recente conversa com analistas.
Estatística. De acordo com Teotônio Costa Rezende, diretor executivo de habitação do banco, a desaceleração da oferta de crédito imobiliário tem razão estatística e não representa um "freio" na liberação de recursos. À medida que se tem uma base maior, diz ele, torna-se mais difícil sustentar um crescimento em um patamar mais elevado. A Caixa responde hoje por cerca de 70% do crédito imobiliário ofertado no País.
Segundo Rezende, o banco fecha diariamente mais de cinco mil contratos de crédito imobiliário equivalentes a um montante de R$ 5 milhões por dia. "Não estamos fazendo nenhum corte eventual. Sempre fomos muito seletivos. Nosso compromisso em ser mais seletivos na análise do crédito não é de momento, é de longo prazo", garante.
Enquanto o avanço da Caixa no crédito imobiliário se desacelera, rivais privados e também o Banco do Brasil esperam manter o ritmo de crescimento no segmento. O Bradesco projeta avanço acima de 30% da sua carteira ao ano. Ao final de dezembro, os empréstimos da instituição alcançaram R$ 13,6 bilhões, alta de 35,2% em um ano.
"Nos próximos dez anos, há muito potencial de crescimento. A participação do crédito imobiliário no PIB é baixa em relação a outros países", avalia José Ramos Rocha Neto, diretor do departamento de empréstimos e financiamentos do Bradesco.
As perspectivas são positivas, de acordo com Hamilton Rodrigues da Silva, gerente geral de crédito imobiliário do BB, tanto na pessoa física como na jurídica. E por isso, o segmento foi incluído na estratégia da instituição, conforme ele, há cerca de quatro anos. Nesse período, o banco investiu em produtos e processos e estruturou uma carteira que superou os R$ 18 bilhões ao final de 2013. Depois de crescê-la em 78% ante 2012, o banco espera repetir o feito neste ano.
Foco. No caso do Santander, a carteira imobiliária, que somou R$ 15,7 bilhões em 2013, alta de 32,9% ante 2012, segue como foco do banco no Brasil, segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de Negócios Imobiliários da instituição. "Continua como parte da estratégia do Santander no Brasil crescer bastante em crédito imobiliário", destaca.
O Itaú Unibanco espera que em 2014 a sua carteira de crédito imobiliário continue avançando acima de 30%, conforme o presidente executivo do banco, Roberto Setubal. Em recente conversa com a imprensa, ele admitiu que as margens no setor imobiliário caíram, mas que atualmente estão estáveis e que não devem descer mais. O banco totalizou R$ 24,209 bilhões em crédito imobiliário ao final de dezembro, saldo 34,1% maior que o visto em 2012.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Portabilidade passa a vigorar no financiamento imobiliário

Portabilidade passa a vigorar no financiamento imobiliário

Crédito obtido com recursos do FTGS poderá ser trocado para outro banco
[ i ]Tomadores de crédito poderão avaliar as melhores taxas de juros e encargos para a quitação do financiamento
Manaus - Os tomadores de financiamentos habitacionais com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão transferir a operação de um banco para outra instituição financeira que oferecer juros e taxas de administração mais baixos. A medida foi aprovada nesta quarta-feira em reunião do conselho curador do FGTS, que reúne representantes do governo, dos patrões e dos empregados.
A portabilidade de crédito já tinha sido regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas as normas não consideram as condições específicas dos financiamentos com recursos do FGTS. A Caixa Econômica Federal, banco operador do fundo, ficou responsável por regulamentar a medida. O banco deve concluir as mudanças legais sobre o tema nos próximos dois meses. Só então a medida terá efeito prático e entrará em vigor para os mutuários.
“Buscamos incentivar a redução dos juros praticados pelos bancos e damos ao trabalhador a possibilidade de buscar a instituição que lhe ofereça melhores condições de financiamento”, disse o ministro do Trabalho, Manoel Dias, presidente do conselho curador.
De acordo com as regras do Banco Central sobre portabilidade de crédito, o cliente precisa primeiro obter o valor da dívida com o banco com o qual ele já tem o empréstimo ou financiamento. Esse valor deve ser informado à nova instituição, para que ela possa transferir os recursos diretamente para o banco original, quitando a dívida antecipadamente. Ou seja, o banco escolhido será o responsável pela quitação da dívida, e não o cliente.
O Banco Central sugere que o cliente peça, na negociação, o valor do Custo Efetivo Total (CET), pelo qual poderá comparar os encargos e as despesas cobrados pelos bancos. Os custos da transferência dos recursos de um banco para o outro não podem ser repassados aos clientes, segundo o BC. O banco é obrigado a acatar o pedido de portabilidade para outra instituição.
Para incentivar a concorrência entre os bancos e estimular o consumidor a tentar trocar uma dívida cara por uma barata, o CMN aprovou, em dezembro do ano passado, mudanças nos procedimentos e prazos para a portabilidade de operações de crédito, permitida desde 2006.
Burocracia eleva custo dos imóveis
O excesso de burocracia aumenta em 12%, em média, o preço da casa própria. Além disso, eleva em 40% o tempo de construção do empreendimento, diz estudo divulgado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).
Os principais problemas apontados pelo estudo O Custo da Burocracia no Imóvel são o atraso na aprovação dos projetos pelas prefeituras, a falta de padronização dos cartórios, as leis ambientais e as mudanças de normas legais enquanto as obras estão em andamento. “Em média, são três anos a mais para o empreendimento ser entregue”, disse o presidente da Abrainc, Rubens Menin.
Presente à cerimônia de lançamento do estudo, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, disse ter ficado “satisfeita” com o fato de que “são residuais e pequenos os problemas advindos do governo federal”, disse a ministra.