Blog especializado em imóveis de Alto Padrão ! Para quem quer Compra - Vender - Investir - Fale com a gente. Todo dia teremos uma novidade seja em imóveis a venda no mercado ou informações gerais . Navegue pelos links já postados ! Specialized Blog on High Standard Properties! For those who want to Buy - Sell - Invest - Talk to us. Every day we will have a novelty whether in real estate for sale in the market or general information. Browse the links already posted! www.samucaimoveis.com
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Saiu no Estadão dia 19-01-2014 - Preços médios praticados nos bairros abaixo
R$/M² - AREA ÚTIL
|
R$/M² - AREA TOTAL
| |||||||
BAIRRO
|
1DT
|
2DTS
|
3DTS
|
4DTS
|
1DT
|
2DTS
|
3DTS
|
4DTS
|
BARRA FUNDA
|
6.637,12
|
7.307,29
|
7.713,99
|
3.654,18
|
4.151,04
|
4.542,49
| ||
HIGIENOPOLIS
|
8.323,40
|
13.932,99
|
4.888,90
|
8.675,26
| ||||
SANTA CECILIA
|
7.531,99
|
7.570,79
|
3.528,11
|
3.716,94
| ||||
Calendário muda a rotina do mercado imobiliário paulistano em 2014
8 de janeiro de 2014 | 17h39
Redação
(Imagem: Nilton Fukuda/Estadão)
GUSTAVO COLTRI
O ano começa agitado no mercado imobiliário paulistano, pelo menos para quem pretende adquirir um apartamento na planta. Na esteira dos últimos dois meses de 2013, as vendas devem ganhar o protagonismo antes do carnaval – o primeiro hiato para os incorporadores em 2014, que terá ainda Copa do Mundo e eleições na agenda.
Os edifícios colocados à venda em novembro e em dezembro passarão por novas ações promocionais até o fim de fevereiro para reaquecer os ânimos após as festas de Natal e de réveillon – este ano, o carnaval será em março. “O quarto trimestre teve um absurdo de lançamentos, e o estoque, enorme, leva tempo para ser absorvido. Haverá relançamentos a partir da segunda quinzena de janeiro”, diz o vice-presidente comercial da imobiliária Abyara Brasil Brokers, Bruno Vivanco.
Novembro contabilizou, de acordo com dados já fechados pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), 4. 997 imóveis residenciais lançados, o mais forte desde o início de 2013 na capital. O diretor da companhia responsável pelo levantamento, Luiz Paulo Pompéia, diz que os números preliminares indicam um desempenho semelhante a esse também em dezembro.
Se as vendas devem ficar em alta no começo do ano, os lançamentos podem ter comportamento diferente do normal no mercado paulistano – que é de progressivo aquecimento no decorrer dos trimestres. A Copa do Mundo, a partir do dia 12 de junho, alterará a atenção dos compradores durante o mês de competições e outros tantos dias de discussões envolvendo a performance da seleção brasileira.
“Nós não temos muito referencial do efeito da Copa, mas sabemos que ela vai mudar o foco este ano. Também temos de agir de forma especial porque, nos dias de jogo, será feriado em várias cidades, e as pessoas não ficam vendo os jogos o tempo todo”, diz a diretora geral de atendimento da imobiliária Lopes, Mirella Parpinelli.
Sabendo das dificuldades causadas pelo evento esportivo, o mercado vai aumentar seu ritmo em abril e maio, segundo Mirella. “Há projetos bons para sair, crédito imobiliário com fácil acesso e ainda desemprego baixo”, justifica. Alguns incorporadores acreditam que o primeiro semestre de 2014 possa ter resultados mais expressivos do que o habitual.
O segundo semestre terá início no clima de ressaca ou de entusiasmo para os brasileiros. Em seguida, ganhará os ares das disputas eleitorais nos Estados e no plano federal. No entanto, segundo o diretor executivo da incorporadora You, Inc, Eduardo Muzkat, o agito de 2014 não deve alterar o comportamento dos consumidores atuais. “No médio prazo, a demanda continua boa, porque a base da nossa demanda é demográfica: vivemos o bônus demográfico no Brasil (ou seja, a maior parte da nossa população está na faixa etária com maior probabilidade de exercer atividades econômicas).” A empresa planeja alcançar R$ 800 milhões em Valor Geral de Venda (VGV) até o fim do ano.
Para o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes, a disputa nas urnas pode até ter efeito positivo no mercado imobiliário, muito dependente do desempenho da economia – o fraco desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) tem sido uma das principais críticas à gestão de Dilma Rousseff, que pretende se reeleger. “Parece que deverá haver um esforço do governo para que a economia funcione bem durante o ano das eleições.”
Os empresários do setor mostram-se mais reticentes quando o assunto é o rumo da política econômica a partir de 2015. Mudanças na renda dos brasileiros e nas condições de crédito poderiam criar problemas de liquidez para os produtos imobiliários. Por enquanto, no entanto, o clima é de confiança.
Otimismo. O Secovi-SP divulgou, no início de dezembro, as suas perspectivas para o ano. Na ocasião, o economista chefe da entidade, Celso Petrucci, esperava para este ano que começa resultados semelhantes aos verificados em 2013. Descontando tempo perdido com a Copa e o carnaval “atrasado”, o crescimento nas vendas e nos lançamentos em São Paulo poderia variar entre 5% e 10%, segundo ele.
A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) também demonstrou confiança. De acordo com presidente da entidade, Octávio de Lazari Junior, os financiamentos vão aumentar entre 15% e 20% em 2014, motivados pelo apetite dos bancos.
Com relação aos preços dos imóveis, o vice-presidente de economia do Sindicato da Construção (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan, prevê altas acima da inflação nas regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. O aumento deve acompanhar a rentabilidade dos salários.
-
Valorização de imóvel no Brasil foi a maior do mundo nos últimos 5 anos
Empreendimentos ficaram 121,6% mais caros no período, mas apenas 4,6% no último semestre, evidenciando uma forte desaceleração na alta dos preços
17 de janeiro de 2014 | 21h 53
Fernando Nakagawa - Correspondente
LONDRES - Nos últimos cinco anos, nenhum lugar do planeta viveu valorização imobiliária tão grande como a ocorrida no Brasil. Comparação entre 54 países realizada por bancos centrais de todo o mundo mostra que o preço médio dos imóveis brasileiros subiu 121,6% no período pós-crise de 2008.
Em 2008, o mundo mergulhou na maior crise econômica em décadas e o setor imobiliário dos Estados Unidos estava na raiz do problema. O diagnóstico fez com que medidas coordenadas fossem tomadas ao redor do mundo.O fôlego, porém, segue o ritmo da economia e os negócios estão em franca desaceleração. Da liderança nos cinco anos, o Brasil cai para o décimo lugar em valorização no acumulado em dois anos e está em um modesto 22.º lugar no último semestre.
Uma delas foi o início de um inédito levantamento global sobre preços do mercado imobiliário residencial. O levantamento é feito em mais de 50 países e coordenado pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), instituição que funciona como o banco central dos bancos centrais.
No Brasil, o levantamento ficou a cargo do Banco Central e começou a ser divulgado em abril do ano passado. É esse estudo que mostra que o valor médio dos imóveis mais que dobrou em cinco anos até o terceiro trimestre de 2013.
A valorização brasileira superou mercados aquecidos, como o de Hong Kong - cujo metro quadrado ficou 101,4% mais caro em cinco anos - e foi praticamente o dobro da observada em Kuala Lumpur, na Malásia (62,5%), e em Cingapura (61,6%). Dependendo do país, a pesquisa do BIS usa dados do mercado nacional, como no Brasil, ou de algumas cidades, como na China.
Um grande problema para a comparação entre mercados imobiliários do mundo costumava ser a falta de padronização dos índices locais de preço. Para resolver o problema, o BIS aceita duas referências: valor do metro quadrado e valor de cada negócio.
Para o Brasil, é usada a segunda opção. O Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados é calculado mensalmente pelo Banco Central conforme o valor de avaliação de cada imóvel financiado pelos bancos. São consideradas 11 regiões metropolitanas, entre elas Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.
Desaceleração. O fôlego do mercado, porém, diminuiu. A forte alta ocorreu especialmente entre 2008 e o início de 2011, quando a valorização anual dos imóveis permaneceu sistematicamente acima de 20%. Nos trimestres seguintes, o ritmo desacelerou para perto de 15% e a subida reduziu ainda mais o passo para o patamar dos 9% no ano passado.
O fenômeno fica ainda mais explícito no horizonte de curto prazo. Nos últimos 12 meses, a alta de preços no Brasil foi de 7,1%, o 16.º maior resultado da pesquisa do BIS. Em seis meses, a valorização foi de 4,6%, a 22.ª maior alta do mundo.
"O mercado brasileiro passa por um período de ajuste alinhado com o menor crescimento da economia. Essa desaceleração pode ser considerada positiva porque eleva a sustentabilidade do setor", diz Liam Bailey¸ chefe da área de pesquisa internacional da maior imobiliária independente do mundo, a britânica Knight Frank.
Apesar da avaliação positiva, Bailey reconhece que, após certa euforia, atualmente há opções mais atrativas que o Brasil para investir em emergentes, como Dubai ou a Turquia.
"Mas ainda há bons negócios no Brasil, especialmente em áreas com melhor infraestrutura de São Paulo e Rio de Janeiro", diz Bailey. O executivo comenta que poucos europeus consultam a Knight Frank sobre oportunidades no Brasil. "Mesmo com o crescimento recente, o País ainda é um mercado majoritariamente para investidores locais."
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Casa a venda - INTERLAGOS - RUA IMURIS
Terreno 600 mt2
Ac. 400 mt2
4 SUITES -
SALA PARA 3 AMBIENTES
SALA DE JANTAR
LAVABO
PISCINA-
DEP. DE EMPREGADA COMPLETA ,
AMPLA COZINHA ,
MOVEIS PLANEJADOS
MUITO VERDE ,
MUITO BONITA
VAGA PARA 5 CARROS
CONDOMINIO FECHADO
ABAIXO DA AVALIAÇÃO
R$ 1.700.000,00
ACEITA-SE PERMUTA
TRATAR COM SAMUEL - 981758707
Preço médio de imóveis em 7 capitais sobe menos em 2013, diz FipeZap
Reuters
SÃO PAULO, 6 JAN - O preço médio do metro quadrado de imóveis prontos em sete capitais brasileiras subiu 12,7 por cento em 2013, abaixo do avanço de 13,7 por cento registrado no ano anterior, mostrou o índice FipeZap divulgado nesta segunda-feira.
As maiores desacelerações ocorreram em São Paulo (SP) e Recife (PB). Na capital paulista, o aumento foi de 13,9 por cento no ano passado, queda de 1,9 ponto percentual ante 2012. Já Recife viu os preços médios subirem 13,4 por cento em 2013, recuo de 4,4 pontos percentuais sobre o ano anterior.
No Rio de Janeiro (RJ), o aumento ficou praticamente em linha com o registrado em 2012, a 15,2 por cento, mesma situação observada em Brasília (DF), onde os valores médios subiram 4,2 por cento em 2013, percentual abaixo do resultado esperado para a inflação anual.
Em Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA), os valores dos imóveis subiram mais que em 2012, a 9,7 por cento e 10,7 por cento em 2013, respectivamente, mas a variação não chegou a um ponto percentual.
Fechando o grupo, Fortaleza (CE) foi a única capital a apresentar um avanço significativamente maior: os preços médios dos imóveis aumentaram 14,1 por cento em 2013, ante 11,1 por cento no ano imediatamente anterior.
A pesquisa leva em conta os valores anunciados em classificados na Internet para os imóveis nas referidas localidades.
No resultado ampliado, que leva em conta os preços reportados em 16 cidades, incluindo nomes como Curitiba (PR), Niterói (RJ) e Porto Alegre (RS), o aumento no valor médio dos imóveis foi de 13,7 por cento em 2013.
Responsável pelo estudo, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) afirmou não ser possível comparar o resultado com o número obtido em 2012, já que muitos municípios não faziam parte do levantamento naquela época.
MAIS CAROS
O Rio de Janeiro encerrou o ano com o metro quatrado mais caro do país. Na média, o preço chegou a 9,94 mil reais em dezembro de 2013. Brasília apareceu em seguida, com média de 8,67 mil reais, seguida por São Paulo, onde o metro quadrado médio chegou a 7,82 mil reais.
Na outra ponta, os valores mais baratos foram encontrados em Vila Velha (ES), com média de 3,82 mil reais o metro quadrado, além de São Bernardo do Campo (SP), com média de 4,3 mil reais, e Salvador (4,4 mil reais).
Na média nacional, que leva em conta as 16 cidades pesquisadas pelo FipeZap, o metro quadrado ficou em 7,3 mil reais em dezembro do ano passado.
(Por Marcela Ayres)
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Meu Site de Imóveis venha conhecer !!!
Pessoal agora eu estou com o meu site de Imóveis venha conhecer !!!
Vou estar atualizando diariamente.
Não deixe de conferir !!!

Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
